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Recenseamento Agricola

As operações estatísticas de recenseamento agrícola, efetuadas decenalmente, fornecem ao País um quadro de informação exaustiva sobre o sector, essencial à tomada de decisões nas políticas agrícolas, de desenvolvimento rural, regional e territorial.

O RA 2019 assume uma dimensão estratégica a nível nacional, uma vez que permite a leitura estatística do objetivo de dinamização do setor agrícola português; este setor tem captado o interesse crescente de jovens empreendedores, por via de apoios para a instalação da atividade, do uso cada vez mais frequente de novas tecnologias, e pela valorização da agricultura e da sua crescente importância nas exportações nacionais. A nível europeu, os resultados irão contribuir para a análise do desempenho da PAC 2014-2020 e para retirar ilações para o quadro pós 2020.

O Instituto Nacional de Estatística é a entidade responsável pela realização do RA 2019. Para o efeito, é apoiado por uma Comissão de Acompanhamento, cuja coordenação assegura em articulação com o Gabinete de Planeamento, Políticas e Administração Geral do Ministério da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural. O Serviço Regional de Estatística dos Açores e a Direção Regional de Estatística da Madeira participam na realização do RA 2019, nas Regiões Autónomas.

O nosso compromisso é que o RA 2019 forneça informação rigorosa e de qualidade, que responda às necessidades do setor agrícola e dos utilizadores em geral. Para o sucesso da operação, o INE conta com a participação ativa e empenhada dos agricultores, indispensável para garantir o rigor e a qualidade dos dados recolhidos.

A operação estatística
A recolha dos dados do RA 2019 vai ser efetuada, presencialmente, por entrevistador, junto de todas as explorações agrícolas, situadas no território nacional.

A operação de campo decorre entre outubro de 2019 e maio de 2020; a divulgação dos resultados terá lugar no final de 2020.

A resposta ao Recenseamento é obrigatória e confidencial (Lei 22/2008, de 13 de Maio). As informações individuais fornecidas pelos agricultores destinam-se, nos termos da Lei, exclusivamente a fins estatísticos, não podendo ser divulgadas nem utilizadas com outra finalidade.

O recrutamento de entrevistadores e a contratação de técnicos superiores com funções de análise e gestão da informação serão da exclusiva responsabilidade do INE.

Os entrevistadores utilizarão o seu próprio equipamento informático e comunicações (solução bring your own device, uma tendência crescente a nível internacional), o que permite simplificar o processo de trabalho e a recolha das coordenadas geográficas das explorações agrícolas.

A dimensão da operação exige uma vasta cadeia de recolha. A estrutura de campo está dividida em 42 núcleos distribuídos por todo o País. Estarão envolvidas perto de 1 600 pessoas, das quais 1300 serão entrevistadores, para além dos técnicos do INE.

Casal de Cambra
Uma freguesia virada à população!

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